
Capítulo Cinco: Prazer
Thur deslizou as mãos dos cabelos loiros de Lua, passando-as firmemente por sua nuca e depois por toda a extensão de suas costas, parando as mesmas no inicio de seu quadril. A garota subiu as suas, massageando com os dedos os ombros largos de Arthur. Ele a beijava como se nunca o tivesse feito, agarrando seus lábios com os dele enquanto os mordia e sugava, deleitando-se em sua boca. Thur umedecia todo o contorno dos lábios dela, passeando sem pudor com sua língua por onde quisesse. A pressão que fazia nas pernas era tanta que sentia seus músculos rígidos, sobressaltando as veias do pescoço. Inclinou o corpo para frente, a fim de não haver mais espaço os separando, fazendo-a segurar firmemente em suas costas. Thur tornou uma mão em seu pescoço, forçando-o rumo a si e a outra foi estirada no centro das costas de Lua, puxando-a para cima. A garota estava praticamente sentada sobre o balcão e as pontadas em seu peito não doíam tanto quanto podiam, ou até o faziam, se sua atenção não estivesse depositada em outra coisa. O rapaz escorregou os dedos até sua nádega direita, segurando sua coxa a seguir enquanto a suspendia vagarosamente até a altura de sua cintura. Lua sentia que um hematoma se formaria ali tamanha era a pressão que ele depositava. Agora ela notava com clareza o órgão de Arthur no meio de suas pernas e o quão grande ele era.
- Pre-preciso de a-ar. – sussurrou a garota, virando o rosto para o lado ao descolar os lábios dos dele. Thur sorriu cúmplice em sua bochecha, depositando beijos leves e molhados ali. Ela percorria suas costas com as unhas, sentindo seu peitoral esbarrar em seus seios arrepiados. Thur arrastou a boca até seu ouvido, sugando seu lóbulo. Obviamente ele praticava muito mais do que Lua, a garota era praticamente leiga no assunto “sexo”, e estava destreinada para o mesmo. Os beijos mais intensos foram parar em seu pescoço, chupando e mordiscando a pele clara dela. Thur estava desesperado para enterrar seu pênis de uma vez em Lua, mas seguraria a onda, pois quanto mais a provocasse mais delicioso seria o prazer de tê-la.
- Já? – perguntou, sem tirar a boca de seu pescoço, fazendo-a sentir os dentes relativamente pontiagudos correrem por ali. Thur explorava o queixo dela com a língua, sentindo-a respirar ofegante.Lu fechou os olhos e aproveitou a sensação que lhe era proporcionada. O homem comprimia o corpo para frente, disposto a sentir por sobre a calça de moletom que a garota usava o quão excitada ela se encontrava. A cueca boxer branca dele já estava apertada, queria retirá-la e jogá-la longe – Ar? Já? – voltou a perguntar, prensando sua cintura com a dela no balcão. Lua pareceu acordar de um torpor, sorrindo timidamente.
- Acho que si... – foi interrompida pelos lábios de Arthur, que voltaram a devorar os seus – Você não perde tempo. – sorriu entre o beijo. A língua do rapaz invadia toda a sua boca, chocando-se com a sua. Todo apressado, ele começou a se movimentar para frente e para trás, tentando encaixar seus corpos em um ângulo perfeito. A mão na coxa de Lu não cedia, erguendo-a ainda mais para cima.
- Muita. Roupa. – Thur sussurrou falho, puxando o moletom irritado. Os lábios dançavam ritmados e eram deliciosamente quentes. Ele pegou as mãos de Lua e as levou até a barra de sua camisa preta, indicando que queria que a tirasse. Ela obedeceu, puxando o tecido para cima, fazendo-o afastar-se por segundos de seu corpo. A peça escorregou por seus braços, deixando a mostra o seu abdômen definido. Thur ajudou-a a passar a mesma por sua cabeça, vendo que a garota parecia estática observando timidamente as curvas do tanquinho enquanto passava os dedos pelo mesmo. Jogou a camisa longe e puxou violentamente o corpo de Lu de volta para si, tornando a beijá-la. A boca dela era tentadora demais, ele nunca havia experimentado gosto parecido com aquele, mais especificamente se assemelhava ao tipo de coisa que de tão boa não paramos de comer, batata frita, por exemplo; o beijo de Lua era como batata frita – Quero te ver... Nua. – sussurrou em seu ouvido, fazendo-a gemer envergonhada. Como ele ousava pedir algo assim? Lua sentiu-se até ofendida, mas nada que os beijos de Thur não curassem – Estou falando sério, ou você tira a roupa ou eu mesmo faço esse favor. – gemia em sua orelha, gargalhando maliciosamente.
- Não pense que vou fazer isso só porque você quer. Tenho amor próprio, Arthur. – vingou-se, mordendo seu maxilar, fincando os dentes firmemente na pele dele. Percebendo as marcas que haviam formado, Lua fez um bico extremamente sensual e encostou-o sobre as mesmas, seguindo com a língua – Se estamos em um momento tão intimo que te dá o direito de proferir perversões, não sou eu quem vai perder essa oportunidade. – murmurou delicadamente, aproximando a boca da base de seu ouvido, sugando a cartilagem antes de dizer – Pare de me cutucar com o seu amigo e nos apresente formalmente, antes que eu desista de conhecê-lo. – foi o que bastou para Thur levar as mãos ao cinto, lutando contra a fivela para se libertar. Lua mantinha os olhos pregados em seu corpo moldado, enquanto mordia o lábio inferior, tentada.
- É como dizem: as “inocentes” são as piores. – Thur provocava, sorrindo empolgado. Estava ansioso para saber se Lu era quente como pensava – e aparentava. É claro que ele não a penetraria sem provar de seu sabor e estava louco para fazê-lo. Soltou o cinto, deixando que a calça lhe caísse pelas pernas. Lua murmurou algo como “Grande”, encarando a cueca branca e o que estava ereto dentro dela. Thur tirou os sapatos com os pés e a peça toda, atirando-a longe – Eu de cueca e meias e você toda vestida, isso não é justo. – o órgão dele era facilmente sentido o que a deixava louca. Impaciente, Thur agarrou a barra do moletom de Lu, puxando-o para baixo em um único movimento, expondo sua calcinha alaranjada florescente. Ele não soube o porquê, mas o instinto de devorá-la aumentara drasticamente naquele momento – Parece... Boa. – foi o que conseguiu pronunciar ao secá-la sem pudor com os olhos castanhos. E instantaneamente Arthur levou a mão ao interior de suas pernas, com o objetivo de senti-la molhada como gostaria que estivesse – Tão úmida... Não me torture. – implorou ao passar vagarosamente dois dedos por sobre seu clitóris, lhe arrancando gemidos abafados. Ele brincava com a unha na região, deixando-a arrepiada.
- Perturbado. – murmurou ela, escondendo o rosto em seu ombro. Arthur sorria prazeroso. Lua arranhava sua pele clara, isso porque o rapaz ainda não havia chegado muito perto de sua excitação – Quer fazer isso logo, por favor? – implorou ela, gargalhando de seu desespero. Thur afastou-a do balcão, segurando-a forte em seus braços e levou uma das mãos novamente ao meio das pernas dela, dessa vez adentrando a calcinha. Lua só faltava rosnar com os dedos apressados que seguiam para sua parte mais necessitada. Com a mão livre Arthur abraçou-a pela cintura, tendo a intenção de erguê-la centímetros do chão, e com a outra a penetrou com os dedos, fazendo-a inclinar a cabeça para trás, respirando fundo. Ele ficou excitado com seus gemidos. Mexia compassadamente dentro dela, sentindo a passagem lubrificada e quente. Lua era deliciosa! A boxer tinha problemas em cobrir a ereção do rapaz, que já era tamanha ao ponto que ele se controlava para não explodir.
Thur deslizou as mãos dos cabelos loiros de Lua, passando-as firmemente por sua nuca e depois por toda a extensão de suas costas, parando as mesmas no inicio de seu quadril. A garota subiu as suas, massageando com os dedos os ombros largos de Arthur. Ele a beijava como se nunca o tivesse feito, agarrando seus lábios com os dele enquanto os mordia e sugava, deleitando-se em sua boca. Thur umedecia todo o contorno dos lábios dela, passeando sem pudor com sua língua por onde quisesse. A pressão que fazia nas pernas era tanta que sentia seus músculos rígidos, sobressaltando as veias do pescoço. Inclinou o corpo para frente, a fim de não haver mais espaço os separando, fazendo-a segurar firmemente em suas costas. Thur tornou uma mão em seu pescoço, forçando-o rumo a si e a outra foi estirada no centro das costas de Lua, puxando-a para cima. A garota estava praticamente sentada sobre o balcão e as pontadas em seu peito não doíam tanto quanto podiam, ou até o faziam, se sua atenção não estivesse depositada em outra coisa. O rapaz escorregou os dedos até sua nádega direita, segurando sua coxa a seguir enquanto a suspendia vagarosamente até a altura de sua cintura. Lua sentia que um hematoma se formaria ali tamanha era a pressão que ele depositava. Agora ela notava com clareza o órgão de Arthur no meio de suas pernas e o quão grande ele era.
- Pre-preciso de a-ar. – sussurrou a garota, virando o rosto para o lado ao descolar os lábios dos dele. Thur sorriu cúmplice em sua bochecha, depositando beijos leves e molhados ali. Ela percorria suas costas com as unhas, sentindo seu peitoral esbarrar em seus seios arrepiados. Thur arrastou a boca até seu ouvido, sugando seu lóbulo. Obviamente ele praticava muito mais do que Lua, a garota era praticamente leiga no assunto “sexo”, e estava destreinada para o mesmo. Os beijos mais intensos foram parar em seu pescoço, chupando e mordiscando a pele clara dela. Thur estava desesperado para enterrar seu pênis de uma vez em Lua, mas seguraria a onda, pois quanto mais a provocasse mais delicioso seria o prazer de tê-la.
- Já? – perguntou, sem tirar a boca de seu pescoço, fazendo-a sentir os dentes relativamente pontiagudos correrem por ali. Thur explorava o queixo dela com a língua, sentindo-a respirar ofegante.Lu fechou os olhos e aproveitou a sensação que lhe era proporcionada. O homem comprimia o corpo para frente, disposto a sentir por sobre a calça de moletom que a garota usava o quão excitada ela se encontrava. A cueca boxer branca dele já estava apertada, queria retirá-la e jogá-la longe – Ar? Já? – voltou a perguntar, prensando sua cintura com a dela no balcão. Lua pareceu acordar de um torpor, sorrindo timidamente.
- Acho que si... – foi interrompida pelos lábios de Arthur, que voltaram a devorar os seus – Você não perde tempo. – sorriu entre o beijo. A língua do rapaz invadia toda a sua boca, chocando-se com a sua. Todo apressado, ele começou a se movimentar para frente e para trás, tentando encaixar seus corpos em um ângulo perfeito. A mão na coxa de Lu não cedia, erguendo-a ainda mais para cima.
- Muita. Roupa. – Thur sussurrou falho, puxando o moletom irritado. Os lábios dançavam ritmados e eram deliciosamente quentes. Ele pegou as mãos de Lua e as levou até a barra de sua camisa preta, indicando que queria que a tirasse. Ela obedeceu, puxando o tecido para cima, fazendo-o afastar-se por segundos de seu corpo. A peça escorregou por seus braços, deixando a mostra o seu abdômen definido. Thur ajudou-a a passar a mesma por sua cabeça, vendo que a garota parecia estática observando timidamente as curvas do tanquinho enquanto passava os dedos pelo mesmo. Jogou a camisa longe e puxou violentamente o corpo de Lu de volta para si, tornando a beijá-la. A boca dela era tentadora demais, ele nunca havia experimentado gosto parecido com aquele, mais especificamente se assemelhava ao tipo de coisa que de tão boa não paramos de comer, batata frita, por exemplo; o beijo de Lua era como batata frita – Quero te ver... Nua. – sussurrou em seu ouvido, fazendo-a gemer envergonhada. Como ele ousava pedir algo assim? Lua sentiu-se até ofendida, mas nada que os beijos de Thur não curassem – Estou falando sério, ou você tira a roupa ou eu mesmo faço esse favor. – gemia em sua orelha, gargalhando maliciosamente.
- Não pense que vou fazer isso só porque você quer. Tenho amor próprio, Arthur. – vingou-se, mordendo seu maxilar, fincando os dentes firmemente na pele dele. Percebendo as marcas que haviam formado, Lua fez um bico extremamente sensual e encostou-o sobre as mesmas, seguindo com a língua – Se estamos em um momento tão intimo que te dá o direito de proferir perversões, não sou eu quem vai perder essa oportunidade. – murmurou delicadamente, aproximando a boca da base de seu ouvido, sugando a cartilagem antes de dizer – Pare de me cutucar com o seu amigo e nos apresente formalmente, antes que eu desista de conhecê-lo. – foi o que bastou para Thur levar as mãos ao cinto, lutando contra a fivela para se libertar. Lua mantinha os olhos pregados em seu corpo moldado, enquanto mordia o lábio inferior, tentada.
- É como dizem: as “inocentes” são as piores. – Thur provocava, sorrindo empolgado. Estava ansioso para saber se Lu era quente como pensava – e aparentava. É claro que ele não a penetraria sem provar de seu sabor e estava louco para fazê-lo. Soltou o cinto, deixando que a calça lhe caísse pelas pernas. Lua murmurou algo como “Grande”, encarando a cueca branca e o que estava ereto dentro dela. Thur tirou os sapatos com os pés e a peça toda, atirando-a longe – Eu de cueca e meias e você toda vestida, isso não é justo. – o órgão dele era facilmente sentido o que a deixava louca. Impaciente, Thur agarrou a barra do moletom de Lu, puxando-o para baixo em um único movimento, expondo sua calcinha alaranjada florescente. Ele não soube o porquê, mas o instinto de devorá-la aumentara drasticamente naquele momento – Parece... Boa. – foi o que conseguiu pronunciar ao secá-la sem pudor com os olhos castanhos. E instantaneamente Arthur levou a mão ao interior de suas pernas, com o objetivo de senti-la molhada como gostaria que estivesse – Tão úmida... Não me torture. – implorou ao passar vagarosamente dois dedos por sobre seu clitóris, lhe arrancando gemidos abafados. Ele brincava com a unha na região, deixando-a arrepiada.
- Perturbado. – murmurou ela, escondendo o rosto em seu ombro. Arthur sorria prazeroso. Lua arranhava sua pele clara, isso porque o rapaz ainda não havia chegado muito perto de sua excitação – Quer fazer isso logo, por favor? – implorou ela, gargalhando de seu desespero. Thur afastou-a do balcão, segurando-a forte em seus braços e levou uma das mãos novamente ao meio das pernas dela, dessa vez adentrando a calcinha. Lua só faltava rosnar com os dedos apressados que seguiam para sua parte mais necessitada. Com a mão livre Arthur abraçou-a pela cintura, tendo a intenção de erguê-la centímetros do chão, e com a outra a penetrou com os dedos, fazendo-a inclinar a cabeça para trás, respirando fundo. Ele ficou excitado com seus gemidos. Mexia compassadamente dentro dela, sentindo a passagem lubrificada e quente. Lua era deliciosa! A boxer tinha problemas em cobrir a ereção do rapaz, que já era tamanha ao ponto que ele se controlava para não explodir.
- Você é muito... Gostosa. – pressionou os dedos fortemente, dançando tentadoramente com eles. Lu tentava abaixar o corpo, para sentir a penetração mais funda, mas Thur não permitia. Privava a garota do prazer que ela ansiava. Para ajudar, o homem beijava seus lábios vermelhos, sentindo-a despejar mais de seu liquido em seus dedos. Aquilo o estava enlouquecendo – Goze para mim, Lua. – sussurrou rente aos seus lábios, estocando os dedos até o limite, fazendo-a gemer alto e murmurar um “Desgraçado” enquanto gozava em sua mão inquieta e ardente. Thur adorou tê-la vacilante em seus braços, já a garota odiara a sensação, pois provavelmente a faria querer muito mais, em vista de que nunca tinha estado com alguém tão perturbador, inclusive o seu jeito grosseiro parecia ter contribuído para o melhor orgasmo de sua vida... Até agora. Ele subiu os dedos molhados com o liquido de Lu e chupou-os, apertando os olhos ao sentir seu gosto – Não é o suficiente para mim, preciso te “beber” inteira para me saciar. – dito isso, ele agarrou em sua bunda bruscamente, puxando-a rumo ao chão, onde a deitou rapidamente.
- O que quis dizer com isso? – ela perguntou receosa, com a voz fraca, olhando de Thur para as mãos dele, depositadas nas abas de sua calcinha – Arthur, “querido”, está me assustando. – disse irônica, franzindo o cenho. O rapaz a fitou maliciosamente em retorno, antes de puxar a peça por suas pernas, fazendo-a fechar as mesmas, envergonhada, enquanto tentava proteger sua intimidade do olhar pervertido dele – Estou começando a crer que antes eu estava mais segura. – sussurrou com um gritinho quando ele agarrou seus joelhos e abriu suas pernas de uma vez.
- Concordo. Se preferir, posso manter uma arma apontada para você... O tempo todo. – disse sarcástico, sorrindo luxuriosamente – Mas imagino que por hora, minha língua deva bastar. – a visão que ele tinha o fazia morder os lábios. O homem aproximou seu rosto do interior de suas coxas, esfregando o mesmo por toda a extensão. Levantou um último olhar de puro desejo em direção a Lu e enfiou a língua em seu sexo, fazendo-a apoiar a cabeça no piso, fechando as mãos em punho. Em chamas, era como estava sua língua, passeando por todas as extremidades de Lua. Ela se contorcia, sentindo os músculos se contraírem. Arthur parecia estar zonzo com o líquido nos lábios, era tentação demais para ele. Sugava-o todo, chupando cada gota. Faminto como um vampiro por sangue. Sentia o seu órgão ereto encostar firme ao chão, incomodando-o por querê-lo dentro da ardente Lua. Conforme a garota despejava seu “mel” ele se sentia excitado, tanto que não conseguiria aguentar. Levou uma mão para dentro da boxer, começando a mexê-la.
- Espere, espere. – Lu arfou, fazendo-o levantar minimamente a cabeça, frustrado – Não tem que fazer isso sozinho. – ela apontou para a cueca, observando perfeitamente a mão dele sobre o membro. Thur franziu o cenho, rolando os olhos, e voltou a explorá-la com a língua flamejante – Você por acaso é um maníaco por fluidos? – perguntou, respirando com dificuldade, enquanto batia os dedos desesperadamente no piso branco.
- Digamos que o seu não tem como recusar. – ele disse, sorrindo com os lábios em seu clitóris. Lua puxava os seus cabelos pretos para cima, insistindo que ele a olhasse. Arthur fitou-a nervoso, mas a garota não deixou de teimar – Juntos? – perguntou ele então, balançando a cabeça descontraidamente. Não queria corrompê-la ainda mais, entretanto, Lu não parecia querer desistir. Afastou o rosto e se esticou ao chão, deitado – Vem. – disse, chamando-a com as mãos. Lua encarou-o desentendida, com curiosidade nos olhos. Não sabia o que ele pretendia fazer. Impaciente, Arthur agarrou sua cintura, puxando-a para si, de modo que ela ficasse praticamente sentada em seu rosto. A garota não se sentira nem um pouco confortável com isso – Faça bom proveito. – falou ele, apontando o próprio órgão. Thur levou a boca em sua excitação, tornando a sugá-la. Com as mãos trêmulas, Lua tentou tirar sua boxer, que foi facilmente passada pelas pernas dele, quando o mesmo ergueu a bunda centímetros do chão. Arthur não poupava nos chupões, Lu mal conseguia respirar tamanho era o prazer que sentia. Ela murmurou novamente algo como “Grande” antes de abocanhar o órgão dele, não completamente, pois não caberia, fazendo-o mordê-la ao menor toque de seus lábios. Ambos começaram a se devorar, quanto mais pressionavam, mais aumentava a vontade de uma continuação violenta. Lu sentiu o orgasmo, apoiando a palma das mãos no piso gelado, enquanto Thur lambia cada pedaço de seu interior, sorrindo vitorioso. Vingativa, Lua apertava os lábios contra toda a extensão lubrificada, prendendo-a na boca. Thur gritava “Não pare”, enquanto ela o fazia rápida e intensamente. Lu apoiou as mãos em seu membro, masturbando-o. O movimento de seus lábios e mãos deixavam o rapaz inteiro rígido enquanto ele apalpava suas coxas berrando “Porra, porra, porra”. Outras mordidas a mais e Thur gozou, batendo a cabeça no chão ao respirar – Isso foi muito, muito, bom! – sussurrou ofegante. Não tinha palavras para descrever a sensação. Lu sentou-se de lado, deixando as pernas sobre as dele – Acho que tenho um novo vício.
- Qual? – perguntou com a voz fraca.
- Sua boca. – Thur respondeu, fazendo-a gargalhar.
- Mas me parece que não está satisfeito. – observou Lu, limpando o suor que escorria sobre sua testa.
- Claro que não, fico imaginando como é estar em você por inteiro. Quero muito mais e quero agora. – disse autoritário, ficando de joelhos ao puxá-la para um abraço. Começaram a se beijar novamente, esfregando as mãos em cada parte possível do corpo um do outro, ajoelhados em meio à cozinha. Thur retirou o sutiã, última peça de roupa entre eles, com exceção de suas meias que não fariam a mínima diferença estarem ou não ali. Seus olhos chegaram a brilhar ao encarar os seios redondos e convidativos da garota. Logo beijava seu colo, passando a boca desesperadamente pelos seios dela. Lua o masturbava para que ficasse ereto enquanto o homem desenrolava a faixa que lhe cobria a cicatriz em formação. Ao tirar completamente o tecido branco começou a desenhar beijos por sobre a sutura, massageando seu quadril.
- Não quer mais me matar, Thur? – provocou ela, mordendo os lábios.
- Quero. – respondeu, levantando do chão e levando-a com ele até prensá-la na parede. Os órgãos se tocando provocantemente – De prazer. – disse malicioso, penetrando-a de uma vez. Os ombros de Thur pareciam ter aumentado de tamanho com a contração que ele fazia, todo o seu corpo estava perfeitamente marcado. Eles gritaram baixo, contendo ruídos mais chamativos embora quisessem berrar o quão aquilo era bom aos quatro ventos. Arthur investia fortemente, sentindo cada centímetro de sua extensão deslizar para dentro dela. Nada se comparava aquilo. As estocadas eram violentas e os gemidos tentadores. Lu bateu a cabeça na parede, fazendo-o sorrir. Ela subiu as pernas, abraçando-as em sua cintura e sentia o pênis de Thur percorrer sua "ida e volta" muitas vezes. Sem retirar o órgão de dentro dela, ele caminhou até a sala, apoiando as mãos em sua bunda para dar firmeza as estocadas e caiu sobre Lu no sofá. Como consequência do movimento brusco, Thur investiu tão forte que pode sentir o útero da garota, que beijava seus lábios sedutoramente para conter os gritos de prazer – Pelos seus gemidos, acho que estou conseguindo. – debochou, rebolando.
- Você quer isso tanto quanto ou até mais do que eu. – Lu respondeu sarcástica, mordendo seu ombro.
- É verdade, admito. Mas, convenhamos, estou melhor armado do que você. – voltou a dizer, ofegante. Lua sorriu em retorno. Mais estocadas e mais pressão.
- Chegou mesmo a pensar que você é o único a proporcionar prazer nessa relação? – disse arfante, Thur investia pesadamente querendo-a desmontada em seus braços. Lu se mexia de tal maneira que nem o rapaz soube como agir, uivando. Ele sentiu que outro orgasmo estava por vir e se sentindo ofendido começou a masturbá-la com dois dedos para que gozassem juntos. Lua viu isso como uma vitória sobre ele. Sentiram seus corpos moles, um por cima do outro enquanto Thur dava suas últimas investidas.
- Quantas mais você aguenta? – perguntou empolgado, sentando-se no sofá.
- Quantas você inventar. – Lu respondeu com um sussurro em seu ouvido.
- É assim que eu gosto. – beijou-a, intensamente. Os dedos enfiados em seus cabelos.
- Quer dizer que qualquer garota que te faça gozar por mais de uma vez em uma mesma transa merece um prêmio? – afastou o rosto do dele, fitando-o sarcástica enquanto sorria pervertida.
- Todas as outras eram entediantes, nunca me fizeram ficar interessado por mais de um orgasmo. Com você é diferente. – ele puxou-a de volta, mordendo seus lábios.
- Vou receber isso como um elogio. – disse ela, timidamente.
- O melhor que eu posso oferecer. – falou entre beijos. A imagem que Thur tinha de Lua com seu órgão na boca o fez ficar excitado rapidamente. Agora ela subira em seu colo, sentando sobre o seu membro. Lu cavalgava deliciosamente, fazendo Arthur rolar os olhos nas órbitas. Ele estava completamente insano, rezando para que aquilo nunca passasse.
- Qual é a sensação, Arthur? – Lu provocou, deixando uma gota de suor escorrer de seu pescoço para o peitoral dele – Qual é a sensação de transar com a garota que possui o coração de seu irmão, a mesma que você queria transpassar uma bala no peito há pouco tempo e a única capaz de te fazer gemer como um tigre enjaulado? – perguntou, rebolando juntamente com movimentos para frente e para trás. Thur deixava que ela investisse, mexendo pouco a cintura quando o quisesse.
- Pensei que tivesse aprendido a medir as palavras quando fosse falar comigo. Não foi muito esperto de sua parte dizer isso. – ele segurou sua cintura com força, pressionando-a para baixo. Novamente sentiu o útero no fundo de seu ventre. Receosa, Lu prendera o órgão dele dentro de si, fazendo-o morder os lábios – Assustada? – debochou, sorrindo com os olhos fechados. Thur colocou-a de quatro sobre o sofá, ficando ajoelhado sobre o mesmo enquanto investia violentamente.
- Parece que me proporcionar dor não é o seu forte. – Lu disse, respirando em compasso com as estocadas.
- E quem disse que eu queria te fazer sofrer? Minha intenção é te fazer pensar em mim te “comendo” a cada segundo, de todos os dias. – ele rugia, sentindo a pele da extensão encostar prazerosamente nas paredes do interior de Lua.
- Permito que continue com sua tentativa se parar de usar palavras baixas quando for se dirigir a mim. – murmurou ela, entre gemidos – Caso contrário... – afastou o corpo um pouco do dele, sentindo o órgão quase fora de si. Contudo, foi puxada para trás, Arthur murmurando um “Ok” grosso – Pode-se dizer que seu trabalho estará completo quando você não conseguir pensar em outra coisa a não ser eu. – ela voltou à posição anterior, cavalgando sobre ele – Quando você não suportar ficar sem “me comer” a cada segundo, de todos os dias. Quando implorar para me ter em você novamente. – estocava contra ele, fazendo-o apalpar suas coxas.
- Eu já estou implorando pela próxima vez. – ele grunhiu, sentindo o orgasmo dado por Lua deixá-lo ofegante, enquanto esta dava os últimos pulos em seu colo. Lu não conseguiu se mover, nem ao menos tirá-lo de si. Ficaram sentados no sofá, agarrados aos corpos molhados de suor um do outro – Eu pensei... O coração de Pedro tem que ser meu. – disse sério, fazendo-a olhá-lo desacreditada – No entanto, se você o carregar, se continuar comigo, eu o terei, não é? Não da mesma maneira, mas ele seria meu e você também. – sussurrou pensativo, recebendo um beijo singelo na ponta de seu nariz.
- Esse é seu jeito de dizer que gosta de mim? – Lu perguntou acanhada, achando-o adorável com o rubor no rosto.
- Não, esse é meu jeito de dizer que não quero te matar. – respondeu, tendo os lábios acolhidos por um selinho quente e agradecido. Arthur estava correto e teria Lua como “brinde” por manter o coração de Pedro intacto. Teria tudo o que quisera, o irmão e a garota; dois em um.
Créditos: Fanfics Tensão Teen
- O que quis dizer com isso? – ela perguntou receosa, com a voz fraca, olhando de Thur para as mãos dele, depositadas nas abas de sua calcinha – Arthur, “querido”, está me assustando. – disse irônica, franzindo o cenho. O rapaz a fitou maliciosamente em retorno, antes de puxar a peça por suas pernas, fazendo-a fechar as mesmas, envergonhada, enquanto tentava proteger sua intimidade do olhar pervertido dele – Estou começando a crer que antes eu estava mais segura. – sussurrou com um gritinho quando ele agarrou seus joelhos e abriu suas pernas de uma vez.
- Concordo. Se preferir, posso manter uma arma apontada para você... O tempo todo. – disse sarcástico, sorrindo luxuriosamente – Mas imagino que por hora, minha língua deva bastar. – a visão que ele tinha o fazia morder os lábios. O homem aproximou seu rosto do interior de suas coxas, esfregando o mesmo por toda a extensão. Levantou um último olhar de puro desejo em direção a Lu e enfiou a língua em seu sexo, fazendo-a apoiar a cabeça no piso, fechando as mãos em punho. Em chamas, era como estava sua língua, passeando por todas as extremidades de Lua. Ela se contorcia, sentindo os músculos se contraírem. Arthur parecia estar zonzo com o líquido nos lábios, era tentação demais para ele. Sugava-o todo, chupando cada gota. Faminto como um vampiro por sangue. Sentia o seu órgão ereto encostar firme ao chão, incomodando-o por querê-lo dentro da ardente Lua. Conforme a garota despejava seu “mel” ele se sentia excitado, tanto que não conseguiria aguentar. Levou uma mão para dentro da boxer, começando a mexê-la.
- Espere, espere. – Lu arfou, fazendo-o levantar minimamente a cabeça, frustrado – Não tem que fazer isso sozinho. – ela apontou para a cueca, observando perfeitamente a mão dele sobre o membro. Thur franziu o cenho, rolando os olhos, e voltou a explorá-la com a língua flamejante – Você por acaso é um maníaco por fluidos? – perguntou, respirando com dificuldade, enquanto batia os dedos desesperadamente no piso branco.
- Digamos que o seu não tem como recusar. – ele disse, sorrindo com os lábios em seu clitóris. Lua puxava os seus cabelos pretos para cima, insistindo que ele a olhasse. Arthur fitou-a nervoso, mas a garota não deixou de teimar – Juntos? – perguntou ele então, balançando a cabeça descontraidamente. Não queria corrompê-la ainda mais, entretanto, Lu não parecia querer desistir. Afastou o rosto e se esticou ao chão, deitado – Vem. – disse, chamando-a com as mãos. Lua encarou-o desentendida, com curiosidade nos olhos. Não sabia o que ele pretendia fazer. Impaciente, Arthur agarrou sua cintura, puxando-a para si, de modo que ela ficasse praticamente sentada em seu rosto. A garota não se sentira nem um pouco confortável com isso – Faça bom proveito. – falou ele, apontando o próprio órgão. Thur levou a boca em sua excitação, tornando a sugá-la. Com as mãos trêmulas, Lua tentou tirar sua boxer, que foi facilmente passada pelas pernas dele, quando o mesmo ergueu a bunda centímetros do chão. Arthur não poupava nos chupões, Lu mal conseguia respirar tamanho era o prazer que sentia. Ela murmurou novamente algo como “Grande” antes de abocanhar o órgão dele, não completamente, pois não caberia, fazendo-o mordê-la ao menor toque de seus lábios. Ambos começaram a se devorar, quanto mais pressionavam, mais aumentava a vontade de uma continuação violenta. Lu sentiu o orgasmo, apoiando a palma das mãos no piso gelado, enquanto Thur lambia cada pedaço de seu interior, sorrindo vitorioso. Vingativa, Lua apertava os lábios contra toda a extensão lubrificada, prendendo-a na boca. Thur gritava “Não pare”, enquanto ela o fazia rápida e intensamente. Lu apoiou as mãos em seu membro, masturbando-o. O movimento de seus lábios e mãos deixavam o rapaz inteiro rígido enquanto ele apalpava suas coxas berrando “Porra, porra, porra”. Outras mordidas a mais e Thur gozou, batendo a cabeça no chão ao respirar – Isso foi muito, muito, bom! – sussurrou ofegante. Não tinha palavras para descrever a sensação. Lu sentou-se de lado, deixando as pernas sobre as dele – Acho que tenho um novo vício.
- Qual? – perguntou com a voz fraca.
- Sua boca. – Thur respondeu, fazendo-a gargalhar.
- Mas me parece que não está satisfeito. – observou Lu, limpando o suor que escorria sobre sua testa.
- Claro que não, fico imaginando como é estar em você por inteiro. Quero muito mais e quero agora. – disse autoritário, ficando de joelhos ao puxá-la para um abraço. Começaram a se beijar novamente, esfregando as mãos em cada parte possível do corpo um do outro, ajoelhados em meio à cozinha. Thur retirou o sutiã, última peça de roupa entre eles, com exceção de suas meias que não fariam a mínima diferença estarem ou não ali. Seus olhos chegaram a brilhar ao encarar os seios redondos e convidativos da garota. Logo beijava seu colo, passando a boca desesperadamente pelos seios dela. Lua o masturbava para que ficasse ereto enquanto o homem desenrolava a faixa que lhe cobria a cicatriz em formação. Ao tirar completamente o tecido branco começou a desenhar beijos por sobre a sutura, massageando seu quadril.
- Não quer mais me matar, Thur? – provocou ela, mordendo os lábios.
- Quero. – respondeu, levantando do chão e levando-a com ele até prensá-la na parede. Os órgãos se tocando provocantemente – De prazer. – disse malicioso, penetrando-a de uma vez. Os ombros de Thur pareciam ter aumentado de tamanho com a contração que ele fazia, todo o seu corpo estava perfeitamente marcado. Eles gritaram baixo, contendo ruídos mais chamativos embora quisessem berrar o quão aquilo era bom aos quatro ventos. Arthur investia fortemente, sentindo cada centímetro de sua extensão deslizar para dentro dela. Nada se comparava aquilo. As estocadas eram violentas e os gemidos tentadores. Lu bateu a cabeça na parede, fazendo-o sorrir. Ela subiu as pernas, abraçando-as em sua cintura e sentia o pênis de Thur percorrer sua "ida e volta" muitas vezes. Sem retirar o órgão de dentro dela, ele caminhou até a sala, apoiando as mãos em sua bunda para dar firmeza as estocadas e caiu sobre Lu no sofá. Como consequência do movimento brusco, Thur investiu tão forte que pode sentir o útero da garota, que beijava seus lábios sedutoramente para conter os gritos de prazer – Pelos seus gemidos, acho que estou conseguindo. – debochou, rebolando.
- Você quer isso tanto quanto ou até mais do que eu. – Lu respondeu sarcástica, mordendo seu ombro.
- É verdade, admito. Mas, convenhamos, estou melhor armado do que você. – voltou a dizer, ofegante. Lua sorriu em retorno. Mais estocadas e mais pressão.
- Chegou mesmo a pensar que você é o único a proporcionar prazer nessa relação? – disse arfante, Thur investia pesadamente querendo-a desmontada em seus braços. Lu se mexia de tal maneira que nem o rapaz soube como agir, uivando. Ele sentiu que outro orgasmo estava por vir e se sentindo ofendido começou a masturbá-la com dois dedos para que gozassem juntos. Lua viu isso como uma vitória sobre ele. Sentiram seus corpos moles, um por cima do outro enquanto Thur dava suas últimas investidas.
- Quantas mais você aguenta? – perguntou empolgado, sentando-se no sofá.
- Quantas você inventar. – Lu respondeu com um sussurro em seu ouvido.
- É assim que eu gosto. – beijou-a, intensamente. Os dedos enfiados em seus cabelos.
- Quer dizer que qualquer garota que te faça gozar por mais de uma vez em uma mesma transa merece um prêmio? – afastou o rosto do dele, fitando-o sarcástica enquanto sorria pervertida.
- Todas as outras eram entediantes, nunca me fizeram ficar interessado por mais de um orgasmo. Com você é diferente. – ele puxou-a de volta, mordendo seus lábios.
- Vou receber isso como um elogio. – disse ela, timidamente.
- O melhor que eu posso oferecer. – falou entre beijos. A imagem que Thur tinha de Lua com seu órgão na boca o fez ficar excitado rapidamente. Agora ela subira em seu colo, sentando sobre o seu membro. Lu cavalgava deliciosamente, fazendo Arthur rolar os olhos nas órbitas. Ele estava completamente insano, rezando para que aquilo nunca passasse.
- Qual é a sensação, Arthur? – Lu provocou, deixando uma gota de suor escorrer de seu pescoço para o peitoral dele – Qual é a sensação de transar com a garota que possui o coração de seu irmão, a mesma que você queria transpassar uma bala no peito há pouco tempo e a única capaz de te fazer gemer como um tigre enjaulado? – perguntou, rebolando juntamente com movimentos para frente e para trás. Thur deixava que ela investisse, mexendo pouco a cintura quando o quisesse.
- Pensei que tivesse aprendido a medir as palavras quando fosse falar comigo. Não foi muito esperto de sua parte dizer isso. – ele segurou sua cintura com força, pressionando-a para baixo. Novamente sentiu o útero no fundo de seu ventre. Receosa, Lu prendera o órgão dele dentro de si, fazendo-o morder os lábios – Assustada? – debochou, sorrindo com os olhos fechados. Thur colocou-a de quatro sobre o sofá, ficando ajoelhado sobre o mesmo enquanto investia violentamente.
- Parece que me proporcionar dor não é o seu forte. – Lu disse, respirando em compasso com as estocadas.
- E quem disse que eu queria te fazer sofrer? Minha intenção é te fazer pensar em mim te “comendo” a cada segundo, de todos os dias. – ele rugia, sentindo a pele da extensão encostar prazerosamente nas paredes do interior de Lua.
- Permito que continue com sua tentativa se parar de usar palavras baixas quando for se dirigir a mim. – murmurou ela, entre gemidos – Caso contrário... – afastou o corpo um pouco do dele, sentindo o órgão quase fora de si. Contudo, foi puxada para trás, Arthur murmurando um “Ok” grosso – Pode-se dizer que seu trabalho estará completo quando você não conseguir pensar em outra coisa a não ser eu. – ela voltou à posição anterior, cavalgando sobre ele – Quando você não suportar ficar sem “me comer” a cada segundo, de todos os dias. Quando implorar para me ter em você novamente. – estocava contra ele, fazendo-o apalpar suas coxas.
- Eu já estou implorando pela próxima vez. – ele grunhiu, sentindo o orgasmo dado por Lua deixá-lo ofegante, enquanto esta dava os últimos pulos em seu colo. Lu não conseguiu se mover, nem ao menos tirá-lo de si. Ficaram sentados no sofá, agarrados aos corpos molhados de suor um do outro – Eu pensei... O coração de Pedro tem que ser meu. – disse sério, fazendo-a olhá-lo desacreditada – No entanto, se você o carregar, se continuar comigo, eu o terei, não é? Não da mesma maneira, mas ele seria meu e você também. – sussurrou pensativo, recebendo um beijo singelo na ponta de seu nariz.
- Esse é seu jeito de dizer que gosta de mim? – Lu perguntou acanhada, achando-o adorável com o rubor no rosto.
- Não, esse é meu jeito de dizer que não quero te matar. – respondeu, tendo os lábios acolhidos por um selinho quente e agradecido. Arthur estava correto e teria Lua como “brinde” por manter o coração de Pedro intacto. Teria tudo o que quisera, o irmão e a garota; dois em um.
Créditos: Fanfics Tensão Teen

1 comentários:
Wow, de molhar a calcinha ! Queria que minha primeira vez tivesse sido assim !!
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