
Lua: Adorarei lhe acompanhar. (sorriu agradecida)
Alexandra: E vc Arthur.. Se animou com o convite?
Arthur: A nova integrante da família com certeza suprira minha ausência. (jogando bruscamente sua mochila sobre o sofá e subindo alvoroçamente as escadas provavelmente rumo ao seu quarto)
Alexandra: Ér..ér.. O Vitor depois vai conversar com ele. (sorriu sem graça) Acho que a principio vcs não se deram muito bem , néh?!
Lua: Devo dizer que o Arthur não é o tipo de irmão que estava em mente, e nem do qual me adorara ter como irmã.
Alexandra: (pegando sua bolsa sobre o sofá) Eu discordo na parte do qual ele não adorara te ter como irmã. Vc é uma ótima pessoa, não tem como não gostar.(sorriu e em seguida deu-lhe um beijo na bochecha) Fique bem, e se produza para o coquetel, quero levar meu DOIS filhos, para apresentar-lhe a todos. (sorriu dando alguns passos em direção a porta) VITOR. (falou em um tom mais elevado)
Victor: Sim?! (Descendo as escadas, com um esmouquem , nada muito extravagante, mas era algo que lhe deixava um tanto charmoso)
Alexandra: Vamos antes que cheguemos atrasados. (o apressou)
Vitor: Lua..(a mirou) Creio que vc e o Arthur já foram comunicados sobre onde vamos hj mais a tarde, néh?!
Lua: Sim. (se limitou a dizer)
Vitor: Então aproveite o tempo que ficaram por aqui, para poderem se conhecer.
Lua: Bom, posso lhe fazer uma pergunta?
Vitor: Claro.
Lua: Se o coquetel é mais ao entardecer por que pediu para que víssemos embora mais cedo?
Vitor: (riu da pergunta peculiar de Lua) Não sabemos que horário voltaremos, e não tínhamos conhecimento se daria tempo de lhe informa-los sobre nossos planos. Agora temos que ir. Tchau. (saindo)
Alexandra: Fique bem. (Saiu acompanhando Vitor)
Era a primeira vez que ficava naquela imensa casa sem a presença de Vitor e Alexandra, se sentia um inseto em dimensões daquela enorme casa, observava todo o azulejo que cobria toda a sala, era algo diferente..novo. Sabia as escadas passando sua mãos pequenas e macias sobre o corrimão e notando todo o desenho que lhe envolvia, passou pelo quarto de Arthur, que como sempre estava fechado e com um “lacre” “Não entre”. Entrou enfim em seu quarto, deitou-se desconfortavelmente em sua cama, tentando entender como sua vida tinha bruscamente se mudado dentro de pouquíssimos dias... Aqueles pensamentos a fizeram perceber que seus sonhos, seus objetivos, sua expectativa de vida havia de ser adaptada para seu mais novo padrão de vida do qual ainda não tinha se acostumado.
Aviso A Raquel: você tem a minha autorização para postar ela no seu blog.. rsrs
Beijos!!

1 comentários:
Brigada!!! Bju! Rsrsrsrs
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